sexta-feira, 6 de fevereiro de 2009

Falar de sexo com os nossos pais


Anónimo disse...
Sexo! Ox meux paix agora kerem falar d sexo comigo. Não me sinto à vontade. O q faço?


Falar de sexo com os pais? «Deus me livre!!!!!»» É o que passa pela cabeça de muitos jovens. Quase nem imaginamos que os nossos pais possam ter uma opinião acerca deste assunto tão delicado… Podemos ficar no mínimo envergonhados ao abordar este tema e, se os nossos pais até nem costumam falar muito connosco sobre problemas menos complicados, então de sexo?! Medo!!!!
Existem alguns jovens que nunca tinham falado com os pais sobre qualquer assunto mais sério e então com alguma coragem à mistura, paciência para escutar e também dizerem as suas opiniões conseguiram começar a falar mais com os pais. Às vezes nem é preciso combinar-se hora ou local, basta que a conversa apareça e que haja segurança.

É claro que esta intimidade não se constrói de um dia para o outro e se os teus pais te disserem: olha filho, ou olha filha, vamos sentar-nos porque está na altura de te explicar muitas coisas sobre sexo. É natural que assim seja muito difícil tu conseguires dizer-lhes as tuas dúvidas, por isso talvez o melhor seja ires colocando uma vez ou outra dúvidas específicas. Mostrar-lhes algum medo particular ou dizer que gostavas de saber mais sobre algum assunto ou por exemplo saber se os nossos pais já passaram pelos mesmos problemas, mas sem entrar em grandes pormenores.
Em vez de apanhar uma seca sobre sexualidade como se fosse uma aula, é mais fácil mostrarmos interesse pelo passado dos nossos pais, ir aos poucos e poucos percebendo que eles também foram jovens como nós. Boa ideia é fazer perguntas não muito indiscretas mas que nos ponham a trocar experiências com eles.

Sabem que mais? Os nossos pais devem ter tanto medo de falar de sexo connosco como nós temos de falar deste tema com eles, por isso é tudo uma questão de calma e de ir falando aos poucos sobre este tema que parece tão complicado mas que, com a informação correcta, podemos aprender e cometer menos erros do que se vivêssemos sozinhos algumas das experiências da nossa juventude.

terça-feira, 27 de janeiro de 2009

Para vos tratar da saúde ;-)


Olá, nós somos quatro estudantes de Enfermagem da E.S.E.L., pólo Calouste Gulbenkian, a estagiar na ASDL até dia 6 de Fevereiro. Pretendemos informar-vos da nossa disponibilidade para esclarecer as vossas dúvidas na área da Saúde através do Blog ou directamente connosco no Espaço XL. Até já…

Elsa, João, Marta e Pedro

sexta-feira, 16 de janeiro de 2009

"não querem que namore com ele"


xana disse...
tenho dúvidas como resolver um problema. Os meus pais não gostam do meu namorado e não querem que namore com ele o que devo fazer?


Quando os nossos pais, familiares ou amigos não aprovam o nosso namoro, ficamos tristes, desanimados, frustrados e provavelmente começamos a duvidar se essas pessoas que nos são mais chegadas gostam realmente de nós, ou querem mesmo a nossa felicidade. Há milhares de razões para que os nossos pais não gostem dos nossos namorados e namoradas. Muitas vezes têm que ver com o facto de acharem que somos muito novos, “que não temos idade para isso”, ou que a pessoa com quem namoramos não corresponde ao que eles desejavam para nós. Temos a certeza que os teus pais têm boas intenções e que querem o melhor para ti e para a tua felicidade. Neste momento parecem não perceber quais são os teus sentimentos por isso uma boa ideia era conversares com eles tranquilamente, organizares as ideias para lhes explicares bem e com sinceridade como conheceste o teu namorado, quem é ele e quantos anos tem, sem precisares de entrar em pormenores mas de forma a que não os preocupes e que criem confiança entre vocês. O que acontece com alguns jovens que acabam as suas relações a pedido dos pais e sem haver diálogo é que ficam a pensar no que aconteceria se não o tivessem feito e podem vir a guardar ressentimentos para com os pais. Se decidires ir contra a decisão dos teus pais poderás deixar de ter a sua aprovação e por outro lado eles perdem o teu respeito, por isso é importante que se consiga fazer com que as duas partes possam ceder. Se precisares de uma ajuda mais concreta em relação ao teu caso específico não percas tempo e contacta -nos!

sexta-feira, 12 de dezembro de 2008

alinhar...



A Maria namora há 8 meses com o João. As coisas no início pareciam mágicas. A Maria nunca tinha sido tão feliz. Desde há uns tempos para cá que os dois têm ganho mais intimidade e a Maria tem vindo a sentir-se mal com algumas atitudes do João. Uma delas é que, por vezes, nessa intimidade, o João diz-lhe: «Se somos os dois namorados e se a mim me apetece tu também tens de alinhar!». Como achas que se sente a Maria? O que pensas desta situação?

Mais uma vez é só fazeres um comentário aqui já em baixo e poderás ser tu a tirar dúvidas à Maria ou alguém que esteja na mesma situação!

sexta-feira, 28 de novembro de 2008

magoar quem gostamos...

Apenas eu e o meu mundo disse...
O que fazemos quando gostamos muito duma pessoa (dum amigo) e o magoamos mesmo não sendo essa a intenção?!Acho que levo a vida a fazer asneiras e quando dou por mim perco as pessoas que mais amo!BEijos


Quando gostamos muito de uma pessoa, por exemplo um amigo ou amiga nosso/a, partilhamos muitas coisas juntos, segredos, confissões, dias bem passados e às vezes até maus momentos. Quando gostamos muito de alguém passamos mais tempo com essa pessoa: trocamos mais opiniões e tentamos corresponder sempre ao outro lado. O problema é que às vezes isso é complicado. Mesmo se forem muito amigas, duas pessoas não sentem 100 % a mesma coisa no mesmo momento e é natural que haja desentendimentos, zangas, coisas que se dizem que podem magoar ou coisas que se fazem que podem estragar a amizade.

Talvez a melhor forma de dizermos e fazermos coisas que não magoem os outros é tentarmos pensar uns segundos antes de agir ou falar, usar uma linguagem que seja clara e honesta, sem medo de mostrar a nossa verdadeira opinião. Mesmo que no momento a pessoa fique chateada com o que dissemos, a reacção não será tão negativa como se, por exemplo, tivéssemos dito meias verdades, ou tivéssemos armado muito estrilho, ou se o amigo ou amiga viesse a saber por outra pessoa!

Muitas das asneiras que fazemos acontecem também porque não pensámos antes que poderíamos estar a magoar o outro. Nesse caso, o que se pode fazer é saber pedir desculpa, assumir os erros e tentar recuperar a confiança de quem mais amamos para que o outro perceba que a nossa verdadeira intenção é não perde-lo, mas sim demonstrar que nos estamos a esforçar para continuar a boa relação que tínhamos antes.

sexta-feira, 31 de outubro de 2008

agressão sexual



A Carina (nome inventado por nós) foi abusada sexualmente por um familiar. Ficou muito tempo a pensar no que tinha acontecido e, como sente que só ela pode dar o primeiro passo para receber ajuda, decidiu que estava na altura de confiar em alguém que estivesse preparado para a ajudar numa situação destas. Decidiu então contar o que tinha acontecido. O que pensas da decisão tomada pela Carina? O que achas que poderá acontecer a seguir?

segunda-feira, 20 de outubro de 2008

Serei Hipocondriaco???


Olá! Parece-me que a melhor forma de responder à tua questão é tentando explicar aqui o que é a Hipocondria!



Há hipocondria quando uma pessoa acredita mesmo que tem uma doença grave e não existe qualquer motivo para que ela pense assim. Na hipocondria as pessoas também costumam ter medo da morte, mesmo quando não existem motivos para o ter, e dão muita importância a sintomas físicos que muitas vezes não têm valor. Mesmo quando vão ao médico as pessoas com hipocondria não acreditam quando os médicos lhes dizem que está tudo bem. Além disto, a hipocondria leva a pessoa a estar muito atenta ao seu corpo, sempre à procura de alguma coisa que confirme que está mesmo doente.
Por vezes a pessoa até tem alguns sintomas, por exemplo: quando alguém que tem hipocondria tem uma dor de cabeça normal pensa logo que tem uma doença grave, por outro lado uma pessoa sem hipocondria não dá importância a essa dor de cabeça, toma qualquer coisa e espera que passe. Para além disto, às vezes estas pessoas avaliam os sinais normais do corpo, como barulhos provocados pelo funcionamento normal do corpo (por exemplo aqueles barulhos esquesitos que às vezes "saem" da barriga) como sintomas de uma doença grave ("devo estar com uma grande apendicite!" .


Através do blog é a melhor explicação que te podemos dar, mas caso te identifiques mesmo com estes sintomas podes contactar-nos para que te possamos ajudar a encontrar um aconselhamento melhor!